ESCALAMINHADA

Pedra da Gávea dia 29 de maio último domingo do mês

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Como comprar uma barraca

Comprar uma barraca pode ser bem complicado. Compre a barraca certa e você experimentará por anos o que é acampar debaixo de uma tempestade e não sentir uma gota sequer. Mas se você comprar uma barraca que não suporte suas necessidades você estaria melhor se tivesse optado por um hotel 5 estrelas em vez de um camping.
Pense nas suas necessidades antes de comprar uma barraca
O aventureiro inteligente sabe que uma barraca é um investimento de capital e que não deve ser boa somente para uma ou duas estações mas sim, se tratada apropriadamente, para anos de serviço.
Acampar pode ser uma das diversões mais simples da vida. Se você planeja gastar de R$200 a R$400 em uma barraca para 3 estações este é o recomendável a não ser que você possa e tenha necessidade de gastar em uma barraca mais cara. Todas as barracas têm seus prós e contras então o que você precisa fazer é considerar suas necessidades num camping antes de comprar alguma coisa.


Peso e Tamanho

A não ser que você possua carro, o peso e o tamanho da sua barraca não é muito importante. Uma barraca que acomoda de duas a três pessoas geralmente pesa em torno de 2 a 3 kilos (o peso é mostrado na etiqueta do fabricante da barraca). Barracas pequenas, para somente uma pessoa geralmente variam seu peso em torno de 0,5 kg a 1,5 kg. Já uma barraca grande para toda a família ou pra uma expedição pode pesar de 5 até 10 kilos (ou até mais).

Quanto mais leve melhor, mas não sacrifique aspectos importantes de uma barraca por algumas gramas. Os fabricantes geralmente diminuem o peso de suas barracas usando menos zíperes (conseqüentemente menos aberturas e mais quentes), armações em menos quantidade e mais leves, e estas barracas costumam ter seu avancê um pouco menor também.

O sobreteto de nylon é a última moda em matéria de ventilação mas eles adicionam em peso e custo. Barracas com somente uma camada de tecido em suas paredes geralmente são mais leves do que as que possuem duas camadas mas também são mais caras.

Armações de alumínio ainda são consideradas a melhor escolha pois elas são leves e resistentes e não corroem quando molhadas. Armações mais caras como as de carbono/fibra de vidro podem se mais leves e mais resistentes mas tendem a ser tão flexíveis que são capazes de falhar quando expostas a ventos muito fortes.

O vestíbulo, mais conhecido como avancê (aquela parte na frente da barraca aonde colocamos os tênis antes de entrar) são um conforto e uma conveniência à parte, mas eles adicionam peso também e deixam a barraca mais protegida do vento.





Fonte: Trilhas e Aventuras

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Como montar sua mochila cargueira


Hoje em dia, com a difusão dos esportes e atividades ao ar livre, tem sido muito comum o uso de mochilas cargueiras. Existem vários modelos e com preços muito variados, porém, mesmo comprando o melhor modelo disponível, se a arrumação dos itens dentro da mochila não for feita de maneira correta, você não vai usufruir desta qualidade.
As mochilas são fabricadas após uma intensa pesquisa de ergonomia, distribuição de pesos, tecidos, estruturas, formatos, etc.
Então vamos lá. A primeira coisa que devemos levar em conta é o centro de gravidade ou centro de massa. Ele deve estar colocado o mais próximo possível das costas o mais “colado” possível ao corpo. Para que você não perca o equilíbrio ao caminhar.
Sendo assim, os itens mais leves devem estar colocados na periferia deste “meio”.
O saco de dormir deve ir para a arte de baixo, este item tem volume, mas não tem peso, assim já garantimos que a maior parte do peso fique antes da barrigueira, onde deve estar. É isso mesmo não são os ombros que agüentam a maior parte do peso e sim as pernas.
Os itens mais pesados devem ir para a parte principal da mochila junto às costas e entre as alças da mochila. Os outros itens, mais leves, devem ficar em torno desta área. Lembre-se de não montar a mochila com itens de pesos diferentes de cada lado, com o decorrer da caminhada, você vai sentir um desconforto nas costas e nos ombros.
Sempre que possível, mantenha todo o material dentro da mochila. Isso ajuda a manter o centro de gravidade, facilita o uso da capa de chuva da mochila, e previne que você fique enganchado nos arbustos.
Após preencher sua mochila, você deve ajustar as alças. Primeiro a barrigueira depois as alças dos ombros e por ultimo as alças de aproximação. Se você já tem muita experiência no uso de mochilas cargueiras em terreno acidentado, pode levar até 1/3 do seu peso. Se esta começando ou esta fora e forma, deve levar 1/5 do seu peso. Se esta em um nível intermediário deve levar 1/4 do seu peso. Mas nunca exceda 1/3 do seu peso. Estes valores, claro, são generalizados e se referem ao máximo que se pode levar.
E, por fim, lembre-se: se tudo que você quer levar não cabe na mochila, ou ela esta muito pequena ou, você esta levando coisas demais!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

TREKKING SÃO TOMÉ DAS LETRAS


São Thomé das Letras está localizada no pico de uma montanha de pedra, incrustada na Serra da Mantiqueira, a 1.444 metros do nível do mar. O céu é muito azul e a cidade é envolvida por um vale intensamente verde, onde se escondem magníficas grutas, cachoeiras, cavernas sem fim e ladeiras onde os carros sobem sozinhos.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

PASSEIO DE ESCUNA NA ILHA GRANDE


Com três paradas para banho e uma para almoço*, você será levado a uma das ilhas mais visitada da região, a Ilha Grande. Com sua fama internacional por suas praias incomparáveis, você ficará a merce da beleza da Lagoa Azul, de Freguesia de Santana, onde encontra-se até hoje uma das mais antigas igrejas da região, e da Ilha de Cataguases.Além de todo o material de salvatagem e documentação exigidos pela Capitania dos Portos para sua segurança, nossas embarcações também possuem para seu melhor atendimento e conforto uma série de serviços.
BAR DE BORDO
FRUTAS DE CORTESIA
SOM AMBIENTE
MATERIAL DE MERGULHO

PASSEIO DE ESCUNA NAS ILHAS DE ANGRA


Neste roteiro você irá percorrer mais de dezoito ilhas, com três paradas para banho e uma para almoço*. Esse roteiro lhe levará a conlhecer um pouco da beleza das ilhas mais próximas do continente. Você visitará a Ilha de Cataguases, as Ilhas Botinas e a Ilha da Gipóia, onde permanecerá, em média, 40 minutos em cada parada.
Além de todo o material de salvatagem e documentação exigidos pela Capitania dos Portos para sua segurança, nossas embarcações também possuem para seu melhor atendimento e conforto uma série de serviços.
BAR DE BORDO
FRUTAS DE CORTESIA
SOM AMBIENTE
MATERIAL DE MERGULHO

terça-feira, 18 de maio de 2010

TRILHA DO OURO


A região da Serra da Bocaina chegou a ser explorada de diversas formas desde o início da colonização do Brasil.O período mais relevante historicamente foi o ciclo do ouro e diamantes no século XVIII, quando seus caminhos serviram para o envio das riquezas a Portugal. Algumas trilhas foram alargadas e receberam calçamento feito pelos escravos, para permitir o escoamento da produção em carretões de tração animal. Porém, não era apenas pelas trilhas calçadas que estas riquezas passavam. Muitos viajantes, para fugir da tributação imposta por Portugal sobre o minério extraído, utilizavam-se de trilhas alternativas e mais perigosas, traçadas na mata virgem pelos índios Guaianás, para chegar até a praia, de onde escoavam a produção. É exatamente a sensação destes aventureiros que você vai sentir ao atravessar essas trilhas quase virgens com mata atlântica exuberante que se estendem pelas depressões da Serra do Mar até o litoral de Mambucaba-RJ.

PRAIA DO SONO- PARATY


Praia do Sono. Esse sugestivo nome poderia ser perfeito caso, além de ser um lugar ideal para o descanso e a fuga do estresse diário, esse paraíso não fosse ainda uma deliciosa fonte de lazer devido à sua rara beleza natural, com praias de areias finas e águas transparentes, geralmente calmas e refrescantes. Quanto às cachoeiras, uma trilha de 20 minutos que inicia junto à igreja localizada no meio da praia, leva a várias piscinas naturais formadas pelo córrego da Jamanta, sendo o Poço do Jacaré uma das melhores piscinas para banho. Também vale a pena passar pela Cachoeira da Conceição, tomar um banho de água doce e lavar a alma! Na praia ainda deságua o Rio do Sono, que deu o nome à mesma. Sua extensão é de 1,3Km. Por estar dentro da Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, há um cuidado maior com a preservação da natureza.

PEDRA DA GÁVEA


A Pedra da Gávea é um extraordinário monumento natural de gnaisse com topo de granito subindo a 842 metros acima do nível do mar. É simplesmente o maior bloco de pedra a beira mar do planeta.A vista que se tem do seu topo é considerada por muitos a mais espetacular do Rio de Janeiro. Lá de cima, é possível observar grande parte do Parque Nacional da Floresta da Tijuca, incluindo o Corcovado, a Pedra Bonita, as praias de São Conrado, Ipanema, Leblon, Lagoa, Niterói, a Barra da Tijuca e muito mais.

COSTÃO DO PÃO DE AÇUCAR


Muitos pensam que o Pão de Açúcar só é acessível através do bondinho ou escalando seus paredões íngremes, que exigem muito treino e diversos equipamentos, mas poucas pessoas sabem que na sua face menos inclinada (face voltada p/ a Baia da Guanabara) existe uma escalaminhada (misto de escalada e caminhada) que pode ser feita por pessoas de todas as idades, desde que tenham um pré-requisito: espírito de aventura. Este passeio atravessa toda a face leste do Pão de Açúcar, e contém trechos de caminhada fácil e trechos onde é necessária a utilização de equipamentos básicos de escalada. No inicio da trilha já é possível ver toda a região de Niterói, Baia de Guanabara, Itacoatiara, forte de Sebastião, Alto Mourão, entre outros. Após o meio da trilha podem ser avistados a Praia e o Forte de Copacabana, até que no cume, tem-se a visão de todo o Rio de Janeiro (menos a região mencionada no inicio da trilha). A descida é feita através do Bondinho até o Morro da Urca.

TRAVESSIA SERRA NEGRA


A Travessia da Serra Negra é uma importante ligação entre o Planalto das Agulhas Negras (Parque Nacional do Itatiaia) e Maromba que localiza-se bem próximo à Visconde de Mauá. No início do século os Bandeirantes traçaram este caminho que é utilizado até hoje por mulas que transportam o resultado da produção rural de comunidades como Serra Negra, Fragária, Campo Redondo para Maromba. Não é difícil cruzarmos com mulas carregadas de queijo, mel, mantimentos e recebermos a saudação sempre simpática e alegre do homem do campo.